
sexta-feira, 13 de julho de 2007
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Caminho em manhãs de morrinha 2
Deixo p´ra trás pelo chão as folhas secas dos plátanos,
paisagem de muitos anos bafejada pelo meu arfar.
Ao caminhar, caminho, experimento descanso e observo.
A lua e o raiar do sol são boa companhia.
Em manhãs de morrinha sinto-me estremecer por Sintra.
Ibn Al-Mudéjar
Excerto in Antologia de Poesia Traço-Comum 2007 (cantar Sintra por razão ao amor por ela)
paisagem de muitos anos bafejada pelo meu arfar.
Ao caminhar, caminho, experimento descanso e observo.
A lua e o raiar do sol são boa companhia.
Em manhãs de morrinha sinto-me estremecer por Sintra.
Ibn Al-Mudéjar
Excerto in Antologia de Poesia Traço-Comum 2007 (cantar Sintra por razão ao amor por ela)
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traço comum
Caminho em manhãs de morrinha
Sonho. Caminho na tranquila beleza do tempo,
do tempo feito chuva no meio de um quase-bosque.
No quase-bosque separo-me do presente, pelo desejo de estar
no povoado mais próximo das redondezas do amanhecer.
No amanhecer vejo nascer o Domingo.
...
...
Acordo e logo me aborreço.
Quero voltar a sonhar enquanto caminho.
Ibn Al-Mudéjar
(excerto " in Antologia de Poesia Traço Comum 2007" com amor e afecto por Sintra)
do tempo feito chuva no meio de um quase-bosque.
No quase-bosque separo-me do presente, pelo desejo de estar
no povoado mais próximo das redondezas do amanhecer.
No amanhecer vejo nascer o Domingo.
...
...
Acordo e logo me aborreço.
Quero voltar a sonhar enquanto caminho.
Ibn Al-Mudéjar
(excerto " in Antologia de Poesia Traço Comum 2007" com amor e afecto por Sintra)
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